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ÁGUA DE BEBER?

Todos os dias, mais de 800 crianças menores de 5 anos em todo o mundo morreram de doenças diarreicas

Muitos morrem por infecções graves devido à falta de água, saneamento e infraestrutura adequados para garantir a segurança e saúde da população.

Um bebê nascido na África Subsaariana ou no Sul da Ásia tem nove vezes mais chances de morrer durante o primeiro mês de vida do que um bebê nascido em um país de renda alta.

Com a pandemia de COVID-19, além da água limpa ser ainda mais necessária para prevençãoda infecção e disseminação do coronavírus, serviços de saúde estão enf raquecidos e sendo interrompidos por falta de suprimentos ou superlotação – 68% dos países tiveram pelo menos uma interrupção dessas atividades.
Em maio deste ano, o UNICEF já estimava que nos seis meses posteriores, mais 6.000 crianças poderiam morrer por dia de causas evitáveis.
Aqui no Brasil, dados do Diagnóstico dos Serviços de Água divulgado em 2019, mostram que ainda há 35 milhões de brasileiros sem acesso à água tratada, quase 100 milhões sem coleta de esgoto (47,6% da população) e apenas 46% do esgoto é tratado.
O PESO DA ESCASSEZ
Em 2018, quase 200 milhões de crianças menores de 5 anos sofreram desnutrição crônica ou desnutrição aguda, deixando o organismo mais vulnerável às doenças de todos os tipos.
Aqui no Brasil, dados do Diagnóstico dos Serviços de Água divulgado em 2019, mostram que ainda há 35 milhões de brasileiros sem acesso à água tratada, quase 100 milhões sem coleta de esgoto (47,6% da população) e apenas 46% do esgoto é tratado.
Em países de baixa e média renda, 2 em cada 3 crianças de até 5 anos não são alimentadas com a dieta mínima necessária para sobreviver, se desenvolver e aprender em todo o seu potencial.
Até 5 anos, a resposta do organismo costuma ser maior, mas sem os nutrientes necessários, milhares de meninas e meninos não estão crescendo de acordo com a sua idade ou têm sérios problemas de cognição e funcionamento psicomotor.
Em lugares remotos e regiões afetadas pela crise humanitária, a realidade pode ser letal: em condições inóspitas de higiene e limpeza, com pouco acesso a suprimentos hospitalares, centenas de infâncias são interrompidas logo em suas primeiras horas.
A maioria das mortes neonatais (75%) ocorrem durante a primeira semana de vida.
Sem o alimento adequado para as futuras mães, a gestação também se torna mais difícil, podendo acarretar no nascimento prematuro, feto com baixo peso corporal e/ou deficiência no sistema imunológico infantil, colocando a sobrevivência do bebê em jogo e iniciando o duro ciclo de batalhar pela comida e pela saúde da criança.
REFÉNS DO MEDO
Conflitos armados suscitam crises humanitárias onde quer que ocorram, especialmente em países já empobrecidos historicamente como o Iêmen, que está devastado pelos efeitos de uma guerra que já dura 5 anos.

AS GRANDES BARREIRAS EM LOCAIS AFETADOS
PELOS CONFLITOS ARMADOS

A reconstrução de equipamentos e sistemas de saúde, o atendimento emergencial e o treinamento de profissionais de saúde, são ações chave para qualquer resposta humanitária.
No Iêmen, a cada 10 minutos, uma criança morre por causas evitáveis.
No Iêmen, por exemplo, além do risco de morte, os desafios urgentes de pobreza, escassez de alimentos e falta de água potável ameaçam a sobrevivência de todos que ali se encontram, especialmente mulheres grávidas, crianças de até 5 anos e bebês recém-nascidos e suas mães.
2 milhões de crianças localizadas no Iêmen e menores de 5 anos precisam de tratamento para desnutrição.
325 mil sofrem de desnutrição aguda e correm risco de morte.
O sofrimento do povo do Iêmen só aumenta com a pandemia de COVID-19. Em relatório divulgado em 2020, o UNICEF adverte que 9,8 milhões de crianças não têm acesso à água potável, saneamento ou higiene e três quartos das famílias não podem comprar sabão, um item básico para evitar o contágio e a disseminação do coronavírus.

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